Terça-feira, 31 de Janeiro de 2012

As denúncias do Bispo de Beja, D. Vitalino Dantas, de que haveria indícios de trabalho escravo no Alentejo, suscitaram algum desconforto nas autoridades regionais. Ao que parece, explorações agrícolas usam estes trabalhadores como mão de obra barata e a viver em piores condições do que os 15 perus na bagageira de uma Renault 4L que estavam à venda no mercado 25 de Abril do último sábado. Conseguimos falar com um dos exploradores dos trabalhadores via Twitter através do username agiotacarinhoso75: “É completamente falso que estejam a ser explorados: todos os dias comem o 35, 72 e 94 do restaurante «Chop Suey não é Mao». E são um exemplo para os outros trabalhadores portugueses, porque não respingam e fazem tudo o que não queremos fazer. Foi por isso que emigraram e não hesitam em trabalhar 68 horas por dia, 15 dias por semana.”

 

Texto publicado na página Não confirmo, nem desminto do Diário do Alentejo

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publicado por Ricardo Cataluna às 01:06 | link do post | Não confirmo, nem desminto

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